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sábado, 8 de maio de 2021
HOJE, 08 DE MAIO DE 1945, O NAZISMO PERDEU! O FACISMO PERDEU! NA DATA DE HOJE A ALEMANHA NAZISTA SE RENDEU ENCERRANDO A II GUERRA MUNDIAL NA EUROPA.
quarta-feira, 5 de maio de 2021
05 DE MAIO DE 1821: NAPOLEÃO BONAPARTE MORRE, NA ILHA DE SANTA HELENA
Morte de Napoleão em Santa Helena - Carl Von Steuben
05 DE MAIO DE 1821: NAPOLEÃO BONAPARTE MORRE, NA ILHA DE
SANTA HELENA
Ao vencerem Napoleão Bonaparte na batalha de Leipzig, as nações que lutaram contra o célebre general esperavam enterrar de vez as promessas liberais que fomentaram a chegada deste militar ao poder. Após a derrota de Napoleão houve o cuidado de isolar o imperador francês na ilha de Elba. A precaução aparentemente exagerada acabou por justificar-se quando Napoleão fugiu e voltou a França no chamado “Governo de Cem Dias”.
Tentando
reassumir o poder, Napoleão Bonaparte acabou novamente derrotado na Batalha de
Waterloo. Desta vez, preocupados em não cometer o mesmo equívoco, as forças que
o venceram decidiram isolá-lo na ilha de Santa Helena, situada no Atlântico
Sul. A grande preocupação da época era anular a figura de Napoleão sem que para
isso fosse necessário matá-lo. Isso porque a morte pela espada poderia conferir
ao antigo imperador a condição de mártir do ideário liberal.
Passados
seis anos de isolamento em Santa Helena, Napoleão Bonaparte acabou por falecer
de uma complicação gástrica não muito bem conhecida na época, a 05 de Maio de
1821. Com o passar do tempo, sugeriu-se que o estadista sofresse de algum tipo
de cancro. No entanto, outros ainda debatiam sobre a possibilidade de Napoleão
ter morrido por envenenamento.
Na
segunda metade do século XX, vários cientistas mostraram-se interessados em
descobrir de que modo o imperador
francês havia morrido. Na década de 1960, uma junta de cientistas britânicos
conseguiu detectar a presença de arsénio no organismo de Napoleão ao analisar
os fios do seu cabelo. Sendo um tipo de
veneno muito comum na época, diversas pessoas logo concluíram que os inimigos
de Napoleão prepararam a sua morte pela ingestão da substância tóxica.
Passado
algum tempo, algumas pesquisas colocaram em dúvida que o envenenamento tivesse
ocorrido tendo em vista que diversos remédios dessa época integravam o mesmo
elemento na sua composição. Em tempos mais recentes, a teoria de que Napoleão tivesse
falecido devido a um cancro acabou por ser
comprovada pelas roupas do general. Com o passar do tempo, o tumor
estomacal diminuiu o seu apetite e, consequentemente, provocou o seu emagrecimento.
De
acordo com a publicação Live Science, um estudo, liderado pelo pesquisador
Robert Genta, comparou 50 imagens actuais de úlceras benignas e 50 cancros
gástricos com as duas lesões de Napoleão descritas na autópsia original, uma
grande, no estômago, e uma menor, que atravessou a parede estomacal e chegou até
o fígado. Napoleão teve um caso severo de cancro que se espalhou para outros
órgãos. Mesmo que tivesse sido tratado nos dias actuais, ele não teria muito
mais do que um ano de vida.
05 DE MAIO DE 1818: NASCE O FILÓSOFO E HISTORIADOR ALEMÃO KARL MARX, AUTOR DE "O CAPITAL".
Karl Marx em 1875
Filósofo alemão nascido em Trèves (Renânia) a 5 de Maio de 1818.
Filósofo alemão nascido em Trèves
(Renânia) a 5 de Maio de 1818. Acerca dele se afirmou: «No século dezanove foi
o pensador que teve, de longe, a influência mais directa, deliberada e poderosa
sobre a Humanidade» (Isaiah Berlin). Sensível aos problemas sociais da época,
foi influenciado pelas doutrinas do socialismo utópico de Saint-Simon, Charles
Fourier e Robert Owen e pelas teorias da economia política de Adam Smith e
David Ricardo, que tentou superar.
O pensamento de Marx define-se
essencialmente em oposição ao idealismo hegeliano, embora dele retome a
concepção dinâmica da realidade e os princípios da dialética,
reinterpretando-os à luz de uma concepção materialista. A crítica fundamental
que faz a Hegel é a de que este apenas se apercebeu do desenvolvimento
espiritual abstracto, quando a ideia não é mais que «a matéria, trasladada e
transformada na cabeça do homem», provocando, simultaneamente, uma inflexão no agir
filosófico, afastando-o do domínio puramente teorético para o inserir na esfera
da intervenção prática - «até ao presente, os filósofos só se têm preocupado
com a interpretação do mundo segundo várias óticas. Todavia, o problema está em
ser capaz de o transformar». Recusando a transposição hegeliana do facto
empírico para o plano metafísico, defende que não é a consciência do homem que
determina o seu ser, mas o seu ser social que determina a consciência. É a
partir dessa premissa que Marx constitui o sistema do materialismo histórico,
segundo o qual os processos económicos estão na base de toda a evolução da
humanidade, considerando todas as restantes manifestações socioculturais como
meras superestruturas ideológicas, estritamente determinadas pelas relações de
produção vigentes.
A história das sociedades é
encarada como um longo processo dialético em que as classes oprimidas, vítimas
de relações de produção desiguais, se revoltam contra as classes dominantes,
instaurando uma nova ordem económica. A luta de classes percorre, portanto,
todo o devir da humanidade, desde a antiguidade (sociedade escravagista em que
se opõe ao homem livre o escravo), passando pela sociedade feudal (oposição
entre suserano e servo), até à sociedade capitalista, na qual a revolução do
proletariado, através da abolição da propriedade privada e da coletivização dos
meios de produção, suprimirá todos os antagonismos, instaurando o comunismo e a
sociedade sem classes.
Marx debruçou-se em particular
sobre a formação e a essência do capitalismo considerando que este se
fundamenta numa apropriação indevida da mais-valia gerada pelo trabalho numa
lógica de acumulação e concentração de riqueza que deixa completamente de lado
a função social do trabalho e reduz o proletariado a um estado de alienação em que
o trabalho deixa de ser um fator de realização pessoal. A religião, que
classifica como «ópio do povo», associa-se a esse processo de alienação,
prometendo aos proletários uma satisfação extramundana em troca da sua
submissão à ordem estabelecida.
Marx morreu em Berlim a 14 de
Março de 1883. O seu sistema, desenvolvido em grande parte em colaboração com
Friedrich Engels (1820-1895) e imbuído de objetivos sociais reformistas e
emancipadores, marcou decisivamente toda a filosofia política contemporânea.
Fonte:
ANDIFES ALERTA A SOCIEDADE SOBRE NOVOS CORTES ORÇAMENTÁRIOS NA EDUCAÇÃO E NA CIÊNCIA
A Andifes, entidade que congrega os reitores das 69 universidades federais, alerta a sociedade brasileira sobre a realidade e as consequências da LOA 2021.
Em 27 de agosto de 2020, quando o Governo Federal enviou o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) ao Congresso, a mensagem já era preocupante para o país: a proposta trazia um corte no orçamento discricionário das universidades federais de 14,96%, equivalente a R$ 824.553.936 milhões em relação aos valores do Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2020, que se somava a cortes ocorridos em anos anteriores.
O alerta continuou a soar quando a tramitação legislativa dessa peça fundamental para o funcionamento do País ficou paralisada por cerca de seis meses antes de iniciar sua discussão pelos parlamentares. A votação que deveria ter acontecido em 2020 acabou adiada para este ano em razão da pandemia de Covid-19, das eleições municipais, mas, sobretudo, devido a disputas políticas.
Somente no dia 10 de fevereiro de 2021 foi constituída a Comissão Mista de Orçamento com presidente e relator. Mais de um mês depois, em 25 de março, o Congresso Nacional finalmente aprovou o orçamento. Para maior surpresa da sociedade, com um novo corte de 176.389.214 milhões, -3,76%, totalizando uma redução no orçamento discricionário das universidades federais para 2021 de R$ 1.000.943.150 (Um bilhão, novecentos e quarenta e três mil, cento e cinquenta reais), -18,16% em relação a 2020. Dentro desse valor, R$ 177.624.565,00 diminuídos da assistência estudantil destinada aos alunos carentes (mais de 50% dos matriculados). O decréscimo atingiu todas as 69 universidades federais, no entanto com graus diferentes e sem critério conhecido.
Enfim, no último dia do prazo para sanção e após impasse entre governo e Congresso sobre aumento de emendas parlamentares e insuficiência de valores para gastos obrigatórios, segundo ampla divulgação na mídia, em 22 de abril, o presidente da república sancionou o orçamento para 2021, com vetos, confirmando assim a preocupante redução dos recursos destinados às universidades federais brasileiras, bem como na Saúde, Ciência & Tecnologia, IBGE, IBAMA, INEP, entre outros órgãos prestadores de serviços públicos. Na mesma data, o Decreto 10.686 ainda bloqueou na lei sancionada R$ 2,7 bilhões do orçamento do MEC, alcançando as universidades federais em mais 13,89%.
Reconhecemos a fragilidade pela qual passa a economia brasileira nos últimos anos, agora agravada pela pandemia. A solução proposta pela EC 95 de sucessivos cortes no custeio e nos investimentos públicos, que caminha em direção contraria às medidas implementadas pelas economias que mais crescem no mundo, até o momento, se mostrou contraproducente. Observamos queda no PIB, inflação e desemprego crescentes. A seguir nesta rota, em breve os serviços públicos serão inviabilizados ou reduzidos a poucos brasileiros.
Mesmo em meio a tamanha dificuldade orçamentária, a rede de universidades federais tem se recusado a parar. Com ajustes que já chegaram ao limite, redução de despesa resultante da prevalência das atividades remotas, ao contrário, temos mantido nossas ações e nossa estrutura a serviço dos brasileiros, sobretudo, na luta diária contra o Coronavírus. Além do ensino, pesquisa e extensão, da formação de milhares de profissionais altamente qualificados, as universidades têm se dedicado às questões humanitárias que permeiam esse grave momento global. Não paramos nem um dia.
A pandemia pode acabar. O vírus não. Portanto temos que agir e nos precaver. Pelo menos três universidades federais estão desenvolvendo vacinas nacionais contra a Covid-19. No conjunto, há mais de 1.200 projetos de pesquisas nas diversas áreas do conhecimento em andamento, com expectativa de ampliação desse número. A rede federal de hospitais universitários, formada por 50 hospitais vinculados a 35 universidades, disponibiliza, desde o início da pandemia, mais de dois mil leitos para pacientes com Covid-19, sendo cerca de 1.300 leitos de enfermaria e em torno de 700 leitos de UTI. Nossos campi promovem desenvolvimento regional e nacional e garantem oportunidade a estudantes em todo o Brasil, pois estão situados em capitais e no interior. As limitações impostas pela LOA 2021 impactam todos esses esforços.
A par dessas drásticas decisões sobre o financiamento, no dia 23 de abril, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), confirmando a reconhecida qualidade do sistema de universidades federais, construído cotidianamente há anos, com os impostos e para benefício direto da sociedade brasileira, divulgou que 71% das instituições públicas federais têm Índice Geral de Cursos (IGC) 2019 4 e 5, notas máximas. São avaliações que atestam o claro retorno do investimento que se faz nas universidades federais.
Reduzir ou paralisar nossas atividades não é uma opção. Seria o mesmo que impor uma punição aos brasileiros, já tão agastados com a pandemia. Rever valores, conceitos e prioridades é o caminho para o qual conclamamos as autoridades.
Brasília, 03 de maio de 2021.
Andifes – A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior foi criada em 1989 para representar as universidades federais na interlocução com o governo federal, com as associações de professores, de técnicos administrativos, de estudantes e com a sociedade em geral.
domingo, 2 de maio de 2021
PRAZER SENHOR MINISTRO, EU SOU A FILHA DO PORTEIRO!

Gabriella Figueredo e os pais na formatura.ARQUIVO PESSOAL
A filha do ‘paraíba’ se formou com o programa criticado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, no país onde a crise da educação “não é uma crise, é um projeto”, como afirmou Darcy Ribeiro.
sexta-feira, 30 de abril de 2021
30 DE ABRIL HITLER E EVA BRAUN SE SUICIDAM!
Hitler segurando sua cachorra Blondi ao lado de Eva Braun, foto de junho de 1942.
Em 30 de abril de 1945, entre 15h e 16h, Adolf Hitler (56 anos) cometeu suicídio em seu bunker, em Berlim, por arma de fogo e também envenenamento por cianureto. Sua noiva Eva Braun (33 anos), com quem havia se casado pouco antes do suicídio, o acompanhou na morte ingerindo cianureto.
Seus
corpos foram levados até a saída de emergência do bunker, colocados no jardim
atrás da Chancelaria do Reich onde foram
encharcados de gasolina e queimados. Todo esse procedimento era para
evitar que os corpos caíssem nas mãos dos soviéticos.
Os últimos dias de Hitler
Desde
16 de janeiro de 1945, Hitler se mudara para o Führerbunker onde passou a
residir e a se reunir com seus altos oficiais. Ali ele acompanhou a rápida
desintegração do Terceiro Reich frente os avanços dos Aliados nas duas frentes,
leste e oeste. Sua doença também evoluiu rapidamente deixando-o enfraquecido e
cada vez mais desleixado em seus trajes, sofrendo perdas de memória e incapaz
de se concentrar.
Havia
anos que ele sofria do mal de Parkinson, além de distúrbios gástricos e insônia
crônica. Com paranoia crescente, Hitler perdeu o sentido de realidade dando
ordens impossíveis de serem obedecidas como, por exemplo, deslocar tropas que
não existiam mais (FEST: 2006).
Sua
última aparição pública foi em 20 de abril, dia de seu aniversário, quando
condecorou alguns membros da Juventude Hitlerista. Em um pronunciamento na
rádio, Joseph Goebbels esforçou-se por manter o otimismo das tropas e da
população alemã anunciando:
“A
Alemanha é e continua sendo o país da lealdade. […] A história nunca pode dizer
que nesse momento crucial um povo abandonou seu líder, nem que um líder
abandonou seu povo. Esta é a vitória!”
Dois
dias depois, diante das notícias de derrota iminente, Hitler teve uma explosão
de raiva sem precedentes. Nesse momento, teria afirmado a sua vontade de
cometer suicídio (ROPER: 1992).
No
final de abril, as forças soviéticas tinham entrado em Berlim e começaram a
avançar em direção ao centro da cidade onde estava a Chancelaria.
A
notícia da execução de Benito Mussolini, seu aliado, na Itália, perturbou ainda
mais Hitler confirmando sua vontade de cometer suicídio para não ter um destino
semelhante. Pediu aos seus oficiais que destruíssem seu corpo para evitar
qualquer exposição e humilhação pública.
A
ocultação dos restos mortais
A
cremação foi assistida por um grupo de oficiais, entre os quais estava Joseph
Goebbels, ministro de Propaganda da Alemanha nazista. Parados junto à porta do
bunker, eles ergueram os braços em saudação ao Füher. Goebbels e sua esposa
Magda seguiram o mesmo caminho: suicidaram-se depois de terem matado, por
envenenamento, seus seis filhos, entre 5 e 13 anos de idade.
Os
corpos de Hitler e Eva, contudo, não ficaram complemente queimados e uma
segunda queima foi necessária. Mas ela precisou ser interrompida com o intenso
bombardeio que a artilharia soviética despejou sobre Berlim no final daquela
tarde de 30 de abril e durante a noite. A Chancelaria ficou totalmente
destruída.
As
tropas soviéticas chegaram ao jardim da Chancelaria aproximadamente às 23h,
cerca de 7 horas ou 8 horas após a morte de Hitler. Os soviéticos vasculharam
toda a área à procura dos restos queimados.
Entre
os dias 2 e 5 de maio, foram encontrados os restos carbonizados de Hitler, Eva,
Goebbels e sua família, além dos cadáveres de dois cachorros que poderiam ser
de Blondi e seu filhote Wulf, cães de estimação de Hitler.
Os
restos mortais foram levados pelos soviéticos que lhes deram enterros
sucessivos, sempre mantendo sigilo. Por razões políticas, a União Soviética,
por décadas, não reconheceu que estava com os restos mortais e chegou a
apresentar diferentes versões do destino de Hitler. Afirmou, inclusive, que ele
não estava morto, mas havia fugido sob proteção dos Estados Unidos e até do
papa! A figura de Hitler acabou servindo, no contexto da Guerra Fria, para a
propaganda anticapitalista da União Soviética.
Enfim,
os restos mortais são revelados
Em
abril de 1970, por decisão de Yuri Andropov, diretor da KGB, os restos mortais
de Hitler foram novamente exumados (estavam na Alemanha Oriental), cremados e
as cinzas lançadas no rio Elba, em Magdeburg (BEEVOR: 2004), com exceção do
crânio e mandíbulas – decisão motivada pelo “medo de que o local de
sepultamento de Hitler se tornasse centro de peregrinação pela nostalgia do
nazismo”.
Em
maio de 2000, o crânio e uma fotografia da mandíbula de Hitler foram
apresentados ao público em uma exposição organizada pelos arquivos estatais
russos, em Moscou.
Em
setembro de 2009, o semanário britânico The Observer afirmou que o fragmento de
crânio era de uma mulher de 20 a 40 anos. A notícia era falsa, mas reanimou as
teorias da conspiração em torno da morte de Hitler.
Recentemente,
em março de 2017, o patologista forense Philippe Charlier, teve acesso aos
restos atribuídos a Hitler – um fragmento de crânio e mandíbulas – mantidos,
respectivamente, no Arquivo da Federação Russa e na sede do serviço secreto
(FSB, ex-KGB). Charlie confirmou que a mandíbula era autêntica assim como os
dentes foram identificados como sendo de Hitler. Confirmou-se, também, que
Hitler não se matou com um tiro na boca.
Fonte:
FEST,
Joachim. No Bunker de Hitler. São Paulo: Objetiva, 2006.
BEEVOR,
Antony. Berlim 1945 – a queda. Rio de Janeiro: Record, 2004.
KERSHAW,
Ian. Hitler: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
KERSHAW,
Ian. O fim do Terceiro Reich. A destruição da Alemanha de Hitler, 1944-1945.
São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
ROPER,
Hugh Trevor. The last days of Hitler. Chicago University, 1992.
MARCHAND,
Leila. La maladie de Parkinson a pu influencer les décisions d’Hitler. Slate
Fr. 1º julho 2015
O
que dizem os cientistas que analisaram restos de Hitler sobre a morte do
ditador nazista. BBC News Brasil. 24 maio 2018.
POPOVIC,
Hélène Despic. Le crâne et les crimes d’Hitler. Une exposition moscovite
rassemble des restes du Führer et des documents. Libération Fr, 2 mai 2000.
Abertura
Primeira página do jornal das Forças Armadas dos EUA, Stars and Stripes,
anunciando a morte de Hitler, 2 de maio de 1945.
Fonte:
terça-feira, 27 de abril de 2021
O BRASIL NÃO TERÁ A VACINA SPUTNIK V DA RÚSSIA! ANVISA RECUSA PEDIDOS DE IMPORTAÇÃO DO IMUNIZANTE! A GUERRA INTERNACIONAL DE INTERESSES CHEGOU AO BRASIL, OU ESTAVA ESCONDIDA?
A decisão foi tomada em reunião extraordinária nesta segunda-feira 26; a agência citou possíveis riscos à saúde e falta de documentação.
A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária rejeitou nesta segunda-feira 26 os pedidos de importação da vacina Sputnik V(Спутник) , da Rússia, apresentados por estados.
O relator, Alex Machado Campos, foi o primeiro diretor a se manifestar. Ele negou as solicitações e foi seguido por todos os colegas.
Ao todo, 14 estados solicitaram a importação, mas a agência se debruçou sobre o pedido de cerca de 30 milhões de doses por 10 estados: Bahia, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Sergipe, Pernambuco e Rondônia.
Primeira vacina contra o novo coronavírus a ser registrada no planeta, ainda em agosto de 2020, a Sputnik-V tem aprovação completa apenas na Rússia, onde foi desenvolvida pelo laboratório estatal Gamaleya.
Na realidade o que está acontecendo com a vacina russa é uma guerra de interesses GEOPOLÍTICOS. Estados Unidos e União Europeia, não querem que a Rússia, se firme como país com conhecimento e tecnologia de ponta, isso abriria espaço para maior influência da Rússia na Europa.
Ninguém está preocupado com a saúde ou salvamento de vidas, a preocupação é política e poder. Deter a influência russa na Europa é o objetivo. Mesmo sendo até o presente momento a ÚNICA VACINA com melhores eficácias comprovadas.
Dizer que os estudos e pesquisas ainda estão incipientes, não é novidade. Nenhuma vacina 100% eficaz, seria desenvolvida em 01 ano, ninguém é inocente a esse ponto. Para se afirmar algo desse tipo, seriam necessários no mínimo 03 anos de estudos e pesquisas. Contudo, em situação emergencial, 50% de eficácia e ZERO de intubação em UTI, já é para mim uma grande conquista!
A pandemia tem escancarado o que parecia estar fora dos radares menos apurados: A GUERRA FRIA VOLTOU!
A face mais exposta da Guerra Fria do século XXI, é a guerra comercial entre EUA e China. Onde o antigo império, vem perdendo espaço para um novo que vem nascendo e ganhando a guerra dentro das regras do jogo capitalista: produto barato.
No momento atual, os EUA não estão conseguindo uma reação à altura. Dentro do campo comercial a China avançou muito, dominando vasto território planetário. Algo que a Rússia não conseguiu.
Por outro lado, a China não tem um potencial militar e influências que lhe garantam uma tranquilidade militar. Para isso só a Rússia com seu arsenal nuclear e vasta marinha de guerra.
Os EUA tem poderio militar maior que os dois países juntos, mas, numa guerra dessa escala, não haveria vencedor, apenas derrotados!
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